MINHA PARTICIPAÇÃO NO JORNAL MINAS SOBRE ALCOOLISMO NOS JOVENS

0
594

NA ÉPOCA EM QUE AINDA EU  AINDA COLORIA OS CABELOS.

  • OBSERVAÇÃO: A reportagem continua atualizada

“A Rede Minas apresenta uma série especial sobre alcoolismo. As reportagens mostram que quanto mais tolerante ao álcool, maior o risco de se tornar dependente dele. O alcoolismo é considerado uma doença ocupacional no Brasil e é visto pela Organização Internacional do Trabalho como um problema de saúde pública mundial”.

“Você sabia que aquela sensação ruim depois de exagerar na bebida é uma reação do organismo as substâncias tóxicas do álcool? Na segunda reportagem da série sobre Alcoolismo, saiba o que acontece com o fígado sobrecarregado. A dependência cobra um preço muito alto”.

“Você saberia identificar as alterações que o corpo sofre ao ingerir bebida alcoólica? Uma neuropsicóloga elaborou um teste com exclusividade para a equipe do Jornal Minas. É o que você assiste agora em nossa terceira reportagem da série sobre alcoolismo que trás também:os depoimentos de quem chegou ao fundo do poço”.

“No Brasil, o alcoolismo é considerado uma doença ocupacional. As perdas econômicas causadas por trabalhadores afastados ou com baixo rendimento são grandes”.

Não existe ex-alcoólico. Existem alcoólicos em abstinência. Veja na última reportagem da série sobre Alcoolismo o difícil, mas possível caminho da recuperação.
Clique no link abaixo para ver a quinta e última série do programa. Aborda a recuperação do dependente químico. Vale a pena conferir!
https://www.youtube.com/watch?v=EO6vsJkjUSs
Previous articleERROS DE AMOR
Next articleVOCÊ SABE O QUE É ESPAÇO PSICOLÓGICO?
Olá! Sou Marília Teixeira Martins, psicóloga clínica há 36 anos. Atendo adolescentes e adultos em meu consultório em Belo Horizonte de forma presencial e, a convite da Plataforma da Psicologia Viva, realizo atendimento online, devidamente autorizado pelo Conselho Federal de Psicologia. Acredito que cada um de nós, em seu processo de crescimento e busca interior, é capaz de desenvolver todo o seu potencial na resolução de problemas e dificuldades que a vida nos apresenta. Assumir a responsabilidade por nossa própria evolução nos colocando como o primeiro e único responsável por nossas atitudes, escolhas, sentimentos e por nossa própria vida é trabalhoso, mas com certeza nos leva a uma compreensão maior e mais fiel de como nos relacionamos conosco e com os outros. Como profissional da área de saúde entendo que o meu papel e dever em relação às pessoas que me procuram é motivá-las e direcioná-las ao seu autoconhecimento e amadurecimento de forma responsável, incentivando-as a buscar o comprometimento com sua própria evolução e crescimento emocional, condição “sine qua non” para uma vida harmoniosa e serena. Durante longos anos trabalhei em Comunidades Terapêuticas abordando o difícil mal da humanidade: a dependência de álcool e outras drogas. Em consultório, trabalho com os próprios dependentes químicos (adictos) desde sua rendição e pedido de ajuda, passando por todo o processo efetivo de recuperação e pela constante sombra da recaída… Até sua libertação dos químicos. Como uma criança que nasce e passa por vários estágios até seu completo caminhar, o dependente químico que quer vencer alcança sua sobriedade e recuperação. Resgata a dignidade perdida em função de uma doença tão devastadora, deixando de ser o “escolhido”, abraçando com muita dignidade e garra sua liberdade em “escolher”. Conheço de perto a luta que enfrentam. Portanto, a todos que optaram por sua sobriedade e recuperação e àqueles que ainda não optaram, mas estão a caminho, recebam o meu profundo respeito e admiração. Atendo também familiares de dependentes químicos que costumam não saber lidar com a adicção de seu afeto e, por isso, apresentam comportamentos disfuncionais e adoecidos. Falar sobre este tema exige cautela. Por outro lado, tornou-se um desafio em minha vida. Costumo dizer que eu não o escolhi, o tema me escolheu. Mas, por que e para quê? Confesso que durante muito tempo busquei respostas para esta indagação pessoal e, por mais incrível que possa parecer, ainda não as encontrei. Resolvi então me entregar ao “chamado” e agir. Um desafio, um sonho, uma realidade. Através de minhas experiências profissionais publiquei um livro dirigido principalmente àqueles que buscam ou navegam em direção à libertação das drogas, reinventando suas histórias e resgatando suas próprias vidas. Escrevê-lo foi mais do que um simples ensaio. Foi um exercício poético de liberdade e um convite à reflexão e à ação. Escrevi ainda um segundo livro, ainda não publicado, devido às inúmeras atividades profissionais por mim abraçadas, mas que vocês terão a oportunidade de conhecê-las através deste blog. Quem sabe juntos conseguiremos alcançar aqueles que tanto precisam de ajuda? Além de atuar em diversos diagnósticos clínicos, dou supervisão clínica para psicólogos, auxiliando-os na condução de seus atendimentos. Ministro palestras em grupos de mútua-ajuda como Alcoólicos Anônimos (A.A.), Al-lanon (para familiares de dependentes químicos), em escolas de ensino fundamental e médio, trabalhando com os alunos principalmente a prevenção da doença. É um prazer recebê-los. Vocês são os meus convidados. Podem entrar, a casa é nossa! Marília Teixeira Martins Psicóloga Clínica

Deixe um comentário

Por favor insira seu comentário
Por favor insira seu nome